sábado, 17 de janeiro de 2009


Mordecai, banda cristã de Black Metal da Finlândia.Esta banda tem um split album com a banda Immortal Souls, mas ficaram somente neste trabalho.Uma banda de qualidade que merecia ter continuado na ativa pela qualidade e sonoridade.Recomendado para os fãs de um bom Black Metal.Line up:Petri Erkkilä: Vocals, guitarMika Haara: Lead guitar, synth, clean vocals, acoustic guitarMiika Erkkilä: BassMatti Vähä-Lassila: DrumsJohnny Pesonen: Session drums on LS cover (tributo a Living Sacrifice)


Discografia:1998 - Through the Woods, Towards the Dawn - EpMyspace:http://www.myspace.com/blackmordecai

domingo, 11 de janeiro de 2009




















(Parakletos), banda cristã de Melodic Symphonic Black Metal da Finlândia.Nítida influência de Antestor e um toque do Hilastherion e outras mais, mas com um som próprio e avassalador.Fiquei impressionado primeiramente com as letras da banda, falam de versículos biblicos e de Jesus de uma forma muito clara e sem medo de se expor.Quanto ao som... muito bom mesmo.Muito recomendo esta banda!Line up:Emil Stenros (vocals)Niclas Buss (lead & rhythm guitars) (Northern Flame, Hilastherion)Randall Barres (drums)Susanna Witting (vocals)Live: Benjamin Lönmqvist - Rhythm GuitarHenrik Fellman - Bass (Hilastherion)Kenneth Nygård - Drums

Discografia:2004 - Offerlammets MaktWebsite:http://www.victoryzine.com/parakletos/index.html

















sexta-feira, 9 de janeiro de 2009


O Angra foi formado em 1991, quando cinco jovens músicos começaram a ensaiar, tornando-se grandes amigos. Cada integrante, tinha seu estilo próprio, mas juntos eles conseguiram mostrar aquilo de melhor que poderia ser feito. André Matos já era conhecido por ter sido um vocalista excepcional e talentoso no seu trabalho com o VIPER. O Viper teve seu grande momento quando foram ao Japão, onde a crítica aclamou a banda, sendo então, divulgada para todo o mundo. Com o tempo, o Viper começou a mudar sua direção musical, e como André tinha forte influência do Metal Clássico, decidiu deixar a banda. Enquanto ele não conseguia encontrar as pessoas certas para formar uma nova banda, voltou a dar aulas até que encontrasse alguém com as mesmas influências e com sua visão musical. André conheceu Rafael Bittencourt, que tinha acabado de sair da banda SPITFIRE. Já formado como guitarrista clássico, Rafael mostrou um sólido conhecimento após o curso nos Estados Unidos. Esse forte conhecimento inspirou André, que deixaram as cosias apenas 'rolarem'. Quando o baterista Marco Antunes (que tocou no SPITFIRE também) chegou para contribuir com seu talento, uma forte união começou a se formar. O destino dos rapazes estavam praticamente traçados quando eles encontraram o baixista Luis Mariutti, que fazia parte da banda FIREBOX. Sua técnica era de primeira categoria tornando-se mais desenvolvida quando começou a tocar junto com Andrá, Rafael e Marco. Com a entrada de Luis, a banda já passou a se chamar ANGRA. A peça final do jogo foi encontrada quando os quatro rapazes encontraram Kiko Loureiro, um guitarrista criativo que gosta de inovar, com suas rápidas e estrondosas escalas. Ele criou um estilo que no início não agradou a todos, mas com o tempo o ANGRA foi adotando o Metal Rápido e Progressivo (Power/Progressive Metal), fazendo com que todos desafiassem e explorassem mais suas ideais. Poucos meses depois da banda estar completa, o ANGRA gravou sua primeira demo, a premiada REACHING HORIZONS. A partir dessa música, os críticos já começaram a perceber que uma grande banda estaria surgindo. Misturando o peso do metal, técnica, melodia e harmonia, a música do ANGRA são excepcionais tecnicamente. Com a demo REACHING HORIZONS, a banda tem criado outras músicas excelentes. O espírito alegre e o amor pela arte da música tem feito do ANGRA uma das mais técnicas bandas de rock do mundo na atualidade. ANGRA gravou o álbum ANGELS CRY no estúdio de Kai Hansen (ex-HELLOWEEN) em Hamburgo no verão de 1993. O talento da banda com a experiência de Charlie Bauerfeind (conhecido por seu trabalho com SISTERS OF MERCY, GLENMORE, e muitos outros) e Sascha Paeth, guitarrista do HEAVENS GATE, ganharam o primeiro álbum, tendo um forte divulgação em toda a Ásia, principalmente no Japão. A música do ANGRA fez com que seu primeiro álbum vende-se 1.060.000 de cópias pela Ásia, onde chegou ao terceiro lugar na parada do Japão. No Brasil, esse álbum se tornou o disco que mais vendeu pela Gravadora Eldorado e Sony Music durante o período. A maioria dos leitores, japoneses e sul-americanos, de revistas especializadas em Rock, escolheram o ANGRA, como a banda revelação de 1993. Pela ROCK BRIGADE, neste ano o ANGRA ganhou os prêmios de melhor disco, melhor vocalista, melhor tecladista e melhor música por CARRY ON. O clipe da música TIME ficou nas paradas das TVs brasileiras e Japonesas por um grande período, além de ser nomeada para o MTV BRASIL MUSIC AWARD. Os grandes momentos continuaram no verão de 1994, quando ANGELS CRY chegou a Europa através da Dream Circle Records/Polydor e na França através da C.N.R. Music/Arcade. A grande revista européia, ROCK HARD, deu nota 9,5 ao album (nunca ouve nota 10,0 na história da revista) e disse que o ANGRA tem: '...grande visão... oferecendo composições no melhor estilo de bandas como DREAM THEATER, SAVATAGE e QUEENSRYCHE'. No mesmo verão, o vocalista André Matos, regravou 3 músicas para compôr um EP entitulado EVIL WARNING: Angels Cry, Evil Warning e Carry On. Este EP só foi lançado no Japão, com uma tiragem limitada de 130.000 cópias. O CD vinha com uma camiseta e tornou-se um item essencial para colecionadores e verdadeiros fãs da banda. O ANGRA começou uma longa turnê, encontrando um novo baterista, Ricardo Confessori, que substitui Marco Antunes depois dos sets de gravação do Angels Cry. O estilo de Ricardo Confessori deu mais energia, enquanto sua técnica acompanhava o nível dos outros integrantes. Já tocando em grandes lugares e para grandes multidões, o ANGRA teve seu recorde de público quando tocou para mais de 50.000 pessoas no primeiro Festival Philips Monsters of Rock no Brasil. Onde também tocaram bandas como BLACK SABBATH, KISS e SLAYER. Junto com o evento a MTV apresentou um especial ao vivo com uma jam do KISS e ANGRA, levando os fãs ao delírio. Com o constante aparecimento na TV, entrevistas em rádios e um acústico ao vivo para a rádio 89 FM, o ANGRA continuou excurcionando pelo Brasil em 1994. O ponto mais alto da turnê no Brasil foi o show organizado pela extinta rádio 97 FM, onde o público chegou a marca de 10.000 pessoas. Assim como 2 shows com ingressos esgotados no Aeroanta em São Paulo. O ANGRA teve que retornar ainda no final da turnê para fazer mais dois shows extras no Aeroanta. Os jornalistas e os executivos de grandes gravadoras ficaram impressionados. O último 1 show no Brasil, que aconteceu no dia 13 de maio de 1995. Então, a banda foi para a Europa para uma série de 11 compromissos em 5 países, incluindo 2 grandes festivais. Os shows foram inacreditáveis! Antes de começar a trabalhar no segundo álbum, o guitarrista Kiko Loureiro e o baixista Luis Mariutii foram chamados para criar um vídeo com aulas para as revistas Guitar Rock e Rock Bass. André Matos preferiu se dedicar somente a banda. Ele realizou uma apresentação em maio de 94, onde fez mais de 50 entrevistas para revistas e estações de rádio, promovendo o álbum Angels Cry. Logo, o ANGRA entrou na era do álbum HOLY LAND, onde tiveram grande suporte técnico dos maiores produtores mundiais de discos. O primeiro clip de Holy Land, 'MAKE BELIEVE' foi o vídeo mais caro e melhor produzido já feito por uma banda banda brasileira. O ANGRA iniciou a turnê do novo ábum, e com um grande suporte promocional, este ábum foi igualmente bem sucedido com o Angels Cry. Apenas com a crítica brasileira o álbum não teve uma grande aprovação. Mas hoje ainda esperamos muito desses jovens músicos, que a cada dia eleva a música brasileira no exterior

O que mais se pode falar sobre Ozzy Osbourne? Que é uma lenda viva do rock em geral, ou mais especificamente do heavy metal ou do hard rock, ou dos três ao mesmo tempo? Que é uma celebridade televisiva, e se transformou numa personalidade conhecida por quase todos, gostem ou não de sua música? Provavelmente, tudo isso e mais um pouco. Mas o ponto básico é o seguinte: toda essa fama foi construída sobre bases sólidas, que é a carreira de Mr. Madman. Teve lá seus altos e baixos sim, mas foi sempre consistente (e com muito mais altos do que baixos, é bom ressaltar).
Em meio a essa gangorra de emoções, esteve no Brasil em dois festivais: o primeiro Rock In Rio (1985), e 10 anos depois no Monsters of Rock (1995). Na primeira visita (turnê do disco “Bark At The Moon”, de 1983), veio acompanhado de uma super-banda: Jake E. Lee (guitarra), Don Airey (teclados, hoje com o Deep Purple), Bob Daisley (baixo; já tocou com Rainbow, Uriah Heep, entre outros) e Tommy Aldridge (bateria; também tocou com uma pá de gente: Whitesnake, Thin Lizzy, Ted Nugent, etc.). Já na segunda vinda, em 1995 (na turnê do disco “Ozzmosis”), que gerou o que muito provavelmente é até hoje o show mais cheio da história do Metropolitan (atual Citibank Hall) aqui no Rio, vieram o guitarrista Joe Holmes (que substituiu Zakk Wyl
de por uns tempos na banda), o baixista Geezer Butler (companheiro de Ozzy no Black Sabbath), o baterista Deen Castronovo e o tecladista John Sinclair (ex-Uriah Heep).
Após longos 13 anos portanto, quando poucos poderiam esperar, eis que foi anunciada uma nova turnê pela América do Sul, englobando apenas 2 shows no Brasil (Rio e SP) e promovendo o disco “Black Rain” (2007). E, mais uma vez, com ares de festival, já que Ozzy acabou vindo acompanhado pelas bandas Black Label Society e Korn. Uma espécie de mini-Ozzfest (o festival itinerante de sucesso, que Ozzy vem liderando há vários anos). O local escolhido para o show do Rio dessa vez foi a nova HSBC Arena, que recebeu um ótimo público de 12.000 pessoas, seu recorde de presença até agora.
As pessoas ainda chegavam à Arena, quando iniciou o show do Black Label Society, com um público apenas razoável já presente.
Talvez por isso, muito da estrutura da casa estava ainda aparente (concreto e armações metálicas), o que não ajudou de forma alguma à qualidade do som, muito pelo contrário. Some-se a isso o som alto e pesado do BLS, com a guitarra de Zakk Wylde tocada de forma bastante estridente, e o resultado da equação acabou sendo uma maçaroca sonora que somente agradou aos que já conheciam o repertório da banda, o que não foi o meu caso. Como as canções têm também em sua maioria um andamento parecido, com poucas variações, a impressão que dá é que todas eram muito similares. De qualquer forma, os fãs se deleitaram com os constantes solos e trocas de guitarra de Zakk, cortesia da Gibson, sua “endorsee”. Além disso, ele cuidou dos vocais de forma eficiente e correta, porém sem grande brilho. Foi uma apresentação curta, de 45 minutos, mas o BLS deu o seu recado e agitou a galera.
Após um intervalo enxuto (as trocas de palco foram bem organizadas e bastante eficientes), subiu ao palco o Korn. Notava-se entre os presentes que a banda dividia opiniões: alguns adoravam, outros odiavam, alguns eram indiferentes, e outros ainda se divertiram mesmo sem ter se impressionado muito com o som. Uma boa amostra disso foi que as áreas próximas aos bares ficaram cheias durante todo o show (embora a pista e as arquibancadas também estivessem bem recheadas, é justo ressaltar). As guitarras de 7 cordas com afinação mais baixa cria um clima bem pesado, auxiliadas por uma iluminação adequada e uma qualidade sonora já melhor que a do BLS (o público já mais numeroso ajudou a “esquentar” a sonoridade da casa, e certamente os técnicos de som foram se encontrando com o passar do tempo). O som “nu-metal”, misturando heavy metal com hip hop, não me atrai particularmente, logo dei uma conferida mas não tenho condições de analisar o show como um todo. Esperava ouvir o cover de “Another Brick In The Wall” (Pink Floyd), mas o máximo que rolou foi uma citação de “We Will Rock You”, do Queen. Digno de menção é também o pedestal do microfone usado pelo vocalista Jonathan Davis, uma bela obra de arte do artista suíço H.R. Giger, que se notabilizou principalmente pela capa do disco “Brain Salad Surgery” (do Emerson Lake & Palmer) e pelos figurinos do filme “Alien”, misturando sempre um visual futurístico com cenas de terror (e eventuais e veladas referências eróticas).
Apesar do show de Ozzy especificamente ter sido anunciado para ter início às 23h, o que acabou ocorrendo foi que às 22:15h teve início o espetáculo. Quem se programou em função do que estava escrito no ingresso, se deu mal e perdeu boa parte do show. Mas vamos ao que interessa. Com as luzes ainda acesas, pôde-se ouvir pelos PA’s a voz de Ozzy atiçando o público, conclamando todos a fazer corinhos e a gritar, aumentando assim o nível de excitação geral. Alguns chegaram a duvidar que fosse mesmo ele, ou a pensar que se tratasse de uma gravação com a sua voz, mas pelo grau de interação em função da resposta do público, ficou claro que era a figura mesmo. Em seguida, apagaram-se as luzes e o tradicional vídeo contendo fragmentos de filmes e séries de sucesso, e inserindo o próprio Ozzy no contexto, surgiu nos telões e gerou as esperadas gargalhadas e aplausos. Cenas de “Piratas do Caribe”, “Lost”, “The Office”, “Os Sopranos”, etc., foram se sucedendo, até que o telão se encheu de cruzes e o P.A. iniciou a tocar a indefectível “Carmina Burana”, de Carl Orff, que antecedeu como usual a entrada do grupo.
Como o repertório foi fartamente comentado de antemão, poucas foram as surpresas. A abertura com a nova “I Don’t Wanna Stop” mostrou que o disco mais recente (o já citado “Black Rain”) já é bem conhecido do público brasileiro, e seu pique foi adequado para o início do show. Na
realidade, pela excitação da maioria dos presentes, Ozzy poderia ter tocado qualquer coisa que o resultado teria sido positivo. Seguiu-se uma série de clássicos da carreira solo do vocalista: “Bark At The Moon” (da era Jake Lee), “Suicide Solution” e Mr. Crowley (ambas da era Randy Rhoads). Vale aqui um parêntese: Ozzy esteve sempre acompanhado de ótimos guitarristas em sua carreira solo, e na minha humilde opinião Zakk fica abaixo somente de Rhoads (RIP) e Lee. Anda um pouco presepeiro ultimamente, mas a garotada gosta de firulas. De qualquer forma, é capaz de emular os solos de Lee e Rhoads com absoluta precisão (sem contar com os seus próprios, claro). A “cozinha”, formada por Rob “Blasko” Nicholson (baixo, ex-Prong, Danzig, Rob Zombie) e Mike Bordin (bateria, ex-Faith No More), segurou a peteca muito bem, e se não chegou a brilhar, pelo menos manteve o nível de qualidade lá no alto. Por fim, o tecladista Adam Wakeman, filho de ninguém mais, ninguém menos, que Rick Wakeman, tecladista virtuose mais conhecido por seu trabalho no Yes, mas que ostenta longa carreira solo e já tocou também com artistas que vão de David Bowie a Strawbs, além de ter participado de discos tanto do Sabbath quanto do próprio Ozzy. Um detalhe curioso: outro filho de Rick, Oliver Wakeman (irmão mais velho de Adam e também tecladista), é quem irá excursionar com o Yes na turnê de 40 anos do grupo, substituindo o pai. Mas isso já é outra estória...
Voltemos ao show. Mais uma música nova se seguiu, “Not Going Away”, que com o seu refrão cativante não deixou nada a desejar em comparação ao material antigo. É verdade que as coisas viriam a esquentar de fato na música seguinte, “War Pigs”. O clássico do Black Sabbath, composto há quase 40 anos atrás, venceu o teste do tempo e continua atual. Tudo nela funciona de forma perfeita numa apresentação ao vivo: a introdução pesada e lenta, acompanhada por sirenes que parecem prenunciar o apocalipse, as partes vocais que parecem ter sido premeditadamente calculadas para angariar a participação do público (que não fez feio aqui no Rio), e a cataclísmica parte final, com sua empolgante e arrebatadora acelerada, um autêntico “presto” metálico.
Seguiram-se alguns grandes sucessos da carreira solo de Ozzy, uma sucessão deles, sem deixar o pique cair um minuto. “Road To Nowhere” (do multi-platinado álbum “No More Tears”, que relançou Ozzy ao estrelato em tempos de MTV) e “Crazy Train”, com o solo original de Rhoads sendo bem interpretado por Wylde, que continuava a desfilar suas várias guitarras (incluindo uma modelo Flying V Randy Rhoads, algumas Les Paul signature suas, uma SG de braço duplo, etc.). Foi hora de uma pausa para Ozzy, que se deu através de um longuíssimo solo de Zakk, que durou (pasmem!) cerca de 10 minutos. Há quem goste, mas acho uma total perda de tempo, tendo em vista a quantidade de solos dentro das próprias músicas, além do que acaba por cansar os ouvidos da platéia. Mais sensato seria a banda toda levar algum tema instrumental durante a saída do líder (com direito, é claro, a solos de Zakk!).
Bem, de volta à música, foi a vez de mais um clássico do Sabbath, “Iron Man”, que agora virou até tema de trilha sonora de filme hollywoodiano (“Homem de Ferro”). Como qualquer clássico sabbathiano, levantou até mesmo os bêbados ou chapados que estavam até então jogados em algum canto. Os bares? Estavam às moscas nessa hora, é fato. Pena que não tenham tocado a versão completa, com a parte mais rápida ao seu final. O pique não podia cair, e emendaram em “I Don’t Know”, que durante muitos anos foi a música de abertura dos shows. Nas partes instrumentais, Ozzy seguia o seu tradicional rito de arremessar baldes e mais baldes de água na galera, que adorava. Dizem as más línguas que havia um segurança que andava a catar para si próprio as palhetas arremessadas por Zakk e que o público não conseguia alcançar, provavelmente com o intuito de tentar vendê-las após o show. Por coincidência ou não (quem sabe se Zakk não deu um toque em Ozzy), toda a água um dos baldes foi parar na cabeça do dito cujo, que teve continuar estático pelo resto do show inteiro com seu terno literalmente ensopado. A galera se divertiu ainda mais...
E, finalmente, um momento surpresa acabou por surgir: Ozzy anunciou “No More Tears”, talvez o maior sucesso de sua carreira solo por essas bandas, e que não vinha sendo tocada nos shows mais recentes. A galera, é claro, foi ao delírio. Um breve problema técnico no baixo de
Blasko exigiu do Madman uma rápida sacada espirituosa, mas logo em seguida a música teve início, tendo seu refrão cantado por todos. O interlúdio instrumental em sua metade deu destaque ao tecladista Adam Wakeman, e em seguida Zakk Wylde detonou seu tradicional solo (talvez o mais bonito que já compôs para uma música do Ozzy). De alma (e, para o pessoal das primeiras filas, a cara também) lavada, o final da apresentação foi se aproximando. A nova balada “Here For You” proporcionou o indefectível momento “isqueiros e celulares ao alto”, com os braços balançando numa coreografia orquestrada pelo próprio Ozzy. “I Don’t Want To Change The World” foi a última antes da saída para o bis. Talvez a escolha de tantas músicas do mesmo disco (“No More Tears”) seja o único ponto desbalanceado do set, porém a popularidade delas é clara. E, afinal de contas, “I Don’t Want To Change The World” deu um Grammy ao Ozzy.
A rápida volta para o bis ocorreu com mais uma canção repleta de prêmios e boas colocações nas paradas, “Mama, I’m Coming Home”. Depois dessa, só faltava mesmo o fecho com mais uma clássica e infalível do Sabbath, “Paranoid”. Aí ocorreu o inesperado. Zakk Wylde simplesmente arremessou sua guitarra (na oportunidade, uma Gibson Chet Atkins) no público localizado na pista. A audiência, incrédula, se dividiu entre os que queriam simplesmente tocar no instrumento, os que literalmente queriam
um pedaço para levar para casa, e os que trataram de sair de perto da confusão armada. Seguranças, da casa e da banda, surgiram rapidamente de todos os lados, tentando recuperar o instrumento. Enquanto isso, “Paranoid” rolava só com baixo, teclado e bateria. Então, o mais inusitado acabou ocorrendo: Zakk se atirou no meio do público. Depois de algum tempo, porém, cansou e retornou ao palco. Pouco depois, os seguranças recuperaram sua guitarra ou, melhor dizendo, o que restou dela. A mão (“headstock”) havia sido arrancada, e provavelmente outras peças menores, além das cordas, é claro. Zakk recebeu a guitarra e, com pinta de irritado, simplesmente jogou-a de lado, no chão perto dos amplificadores. A essa altura, o show já havia se encerrado, e Ozzy convocou todos os músicos a se abraçarem na frente do palco e agradecer ao público, naquela hora completamente extasiado. Zakk, meio contrariado, participou da confraternização, sendo consolado por Mike Bordin. Vamos aguardar para ouvir a versão dele (Zakk) sobre o incidente (há registros de casos bem parecidos em outros shows).
Conclusão final: Ozzy pode estar lá com seus quase 60 anos, apresentando seqüelas decorrentes de anos de abuso de álcool e drogas, tremedeiras oriundas da Síndrome de Parkin (enfermidade genética e relativamente branda que o acomete), e outras coisas mais. Entretanto, quando sobe no palco, mostra que nasceu para isso, e que poucos podem se comparar a ele. Sua voz está em bom estado (as eventuais desafinadas ocorrem há muitos anos), ele transborda carisma, e nitidamente curte tanto os shows quanto seus fãs. Longa vida ao “Príncipe das Trevas”, e que retorne em breve conforme prometeu nos shows!
Setlist:- I Don’t Wanna Stop- Bark At The Moon- Suicide Solution- Mr. Crowley- Not Going Away- War Pigs- Road To Nowhere- Crazy Train- Zakk Wylde guitar solo- Iron Man- I Don’t Know- No More Tears- Here For You- I Don’t Want To Change The WorldBis:- Mama, I’m Coming Home- Paranoid

História da Banda A história do After Forever tem inicio no ano de 1995 quando os amigos de escola Sander Gommans e Mark Jansen fundam a banda. No começo o After Forever chama Apocalypse e fazia música totalmente instrumental sem nenhum vocalista. Nessa época o line-up da banda era o seguinte: Sander, Mark, Luuk, Joep e Jack. Mas pouco tempo depois, ainda entre 95 e 96, o então, Apocalypse encontra seu primeiro vocalista, seu nome era Francois Reulen, a banda tocava covers de bandas como Iron Maiden e The Cult. Infelizmente Francois morreu pouco tempo depois em um trágico acidente de carro, a voz de Francois era descrita como: limpa, muito quente e emotiva.No ano de 1997, ainda com o nome de Apocalypse a banda coloca um anuncio na maior revista dedicada ao Heavy metal da Holanda e da Bélgica a "Aardshock" á procura de um novo vocalista. Ronnie foi o escolhido pelo seu vocal gutural e seu primeiro show com a banda ocorreu em abril de 1997 em Roermond. Então o Apocalypse passa a se chamar Atmosphere e começa a ter uma orientação musical mais ligada ao Death Metal ! Ainda em 97 o Atmosphere procurava por uma backing vocal para integrar a banda. Foi quando um amigo dos caras da banda foi a uma festa e pode escutar Floor Jansen cantando, ele gostou tanto da voz de Floor que pediu para que ela entrasse em contado com a banda. Floor fez o que o tal amigo diz, entrou em contado com os músicos que gostaram tanto da voz dela que acabaram decidindo que Floor teria que ser a vocalista principal e então Ronnie teve que deixar o Atmosphere.A banda não só muda de vocalista, mas também de nome e então o Atmosphere passa a ser chamar definitivamente After Forever ( em homenagem a música "After Forever" do Black Sabbath" ).O After Forever gravam sua primeira demo em 1999, na época a idade media dos integrantes da banda era de 19 anos, a demo recebe boas propostas de algumas gravadoras e a banda acaba optando pela gravadora holandesa TRASMISSION. As expectativas em cima da banda eram muito altas, mas todos ficaram surpresos quando a banda ocupou o topo das paradas holandesas com seu álbum de estréia e fez muitos shows tanto em pequenos clubes como em grandes festivais. Aqui no Brasil, a banda foi considerada uma das revelações do ano de 2000 pelos leitores das principais revistas de Heavy Metal.Prison Of Desire foi gravado em Rotterdam, com produção de Hans Pieters e Dennis Leidelmeijer. Os corais foram gravados em outro estúdio, com o produtor Oscar Holleman, que já trabalhara com o Ayreon, Helloween e The Gathering. A música tem a brutalidade do Black Metal e atmosferas depressivas, com passagens claramente influenciadas pela música clássica. A soprano Floor Jansen faz um contraponto com os vocais guturais dos guitarristas Sander Gommans e Mark Jansen. Sharon Den Adel, do Within Temptation, participa na faixa Beyond Me.Em 2001 o After Forever começa a trabalhar em seu segundo álbum no estúdio RS29 studio em Waalwijk, dando um tempo nas gravações em Setembro de 2001 a banda viaja para o México para ser headline de um pequeno festival de metal em México City - Dark Fest. As outras bandas que tocaram no festival foram: : Within Temptation, Lacrimas Profundere and Sanguis & Cinis. O AF tocou para 2 000 fãs! Isso ocorreu algumas semanas antes do lançamento de "Decipher", então a banda nesse show tocou 3 novas musicas !Veja o setlist: Mea Culpa / Leaden Legacy / Semblance Of Confusion / Tortuous Threnody / My Plegde Of Allegiance #1 / Silence From Afar / Inimical Chimera / For The Time Being / Monolith Of Doubt / Beyond Me / Emphasis / Yield To Temptation / Follow In The Cry. Com o lançamento desse álbum a banda se torna conhecida no mundo todo como uma das melhores bandas com vocais femininos. Comparando com o primeiro cd em "Decipher" a banda progrediu bastante ! Floor Jansen se firma como a melhor soprano do metal em uma atuação impecável e ainda de fundo conta com os não menos talentosos músicos que a acompanham , que nitidamente, têm forte presença nos ricos arranjos contendo, entre outros elementos, violino, viola, oboé, cítara, corais e violoncelo. Tudo ia bem até que em 02 de Abril de 2002 Mark Jansen, fundador da banda, vocais gritados e um dos principais compositores anuncia sua saída do After Forever. ( Até hoje eu ainda não entendi porque... Alguém sabe ? )A banda encontra o substituto para Mark em um de seus roadies e então Bas Maas virá o novo guitarrista do After Forever. Já em 2003 lançam o mini álbum Exordium, o álbum conta com três novas canções, cover do Iron Maiden, clipes, fotos entre outras coisas...Esse mini álbum era na verdade apenas uma introdução para o que viria em seguida com o lançamento de seu 4a álbum: Invisble Circles no ano de 2004.Esse é o primeiro álbum conceitual da banda e também segundo muitas pessoas e fãs o álbum mais pesado do After Forever. O tema escolhido foi algo bem serio, o álbum conta a historia de uma garotinha que cresce em um lar sem amor, carinho, afeto, etc... Esse álbum entrou no Top100 das paradas da Holanda em 26 lugar, recebeu boas críticas em lugares como a Alemanha e também nos principais sites e revistas de Heavy Metal no Brasil, tanto que já se cogita uma vinda da banda para cá em Agosto de 2005. O After Forever evoluiu muito com o passar dos anos, cada vez consolidando mais seu trabalho fazendo metal de qualidade. A banda já começou a trabalhar em seu 5° álbum que deve ser lançado quem sabe o ano que vem...

O início de tudo para o PANTERA

"O Pantera era a maior [banda] do Texas já na época do primeiro vocalista. (...) Rex, Vinnie, Dimebag, todos curtiam bandas como o METALLICA. De 1987 a 2001, trabalhamos como escravos em bares, buscamos espaços, compusemos músicas incríveis, brigamos, conquistamos e tocamos em todo o mundo."

A virada e a proximidade com o SLAYER

"A virada real aconteceu em julho ou agosto daquele ano [1988]. Logo que começamos a apresentação [em Arlington, Texas], vimos Tom Araya, Jeff Hanneman e Kerry King em meio do público. Nós os convidamos para subirem ao palco e tocarem 'Raining Blood' conosco. Eles toparam e improvisamos algumas coisas juntos. Kerry se impressionou com o PANTERA, e Dimebag ficou embasbacado com o SLAYER. Depois, um ensinou ao outro riffs de suas bandas."

As drogas e o palco

"Não havia [nas últimas turnês do PANTERA] praticamente condições de subir ao palco para fazer shows, ainda mais com nossa agenda sempre cheia como era. (...) Operar a minha coluna era absolutamente necessário. Usei drogas por anos para conseguir subir aos palcos. Só elas me tiravam a dor, apesar de me trazerem coisas muito piores."

Na matéria, Phil Anselmo dá mais detalhes sobre suas influências e a relação entre Slayer e PANTERA; revela e explica os primórdios e todos os discos lançados pelo PANTERA, comenta os trabalhos de DOWN, ARSON ANTHEM, CHRIST INVERSION, VIKING CROWN, EIBON, fala do futuro do SUPERJOINT RITUAL, dos problemas com Vinnie Paul (ex-baterista do PANTERA, atual HELLYEAH), das relações internas no PANTERA, e das amizades e parcerias com Rex Brown (ex-baixista do PANTERA, atual DOWN) e Dimebag Darrell (ex-guitarrista do PANTERA).

Uma das mais jovens promessas do thrash metal nacional encontra-se em estúdio já preparando o terceiro petardo. Atualmente, o Claustrofobia está gravando o disco intitulado Fulminant, que deve ser lançado em meados deste ano.

Apesar da baixa idade de seus integrantes - entre 20 e 23 anos -, a banda originária de Leme, Interior de São Paulo, já comemora dez anos de estrada, sendo que a formação atual se mantém sem alteração desde 98: Marcus D'Angelo (guitarra e vocal), Daniel Bonfogo (baixo), Alexandre de Orio (guitarra) e Caio D'angelo (bateria).

Durante este período, o grupo já colocou dois álbuns no mercado: Claustrofobia (2000) e Thrasher (2002), que conseguiram ótimas repercussões. Em entrevista a Comando Rock, Marcus - o líder do conjunto - revelou detalhes do próximo trabalho.

"Estamos gravando desde novembro no mesmo estúdio e com o mesmo produtor de Thrasher", revela o guitarrista e vocalista. "São 12 músicas onde mostramos uma grande evolução sonora. Tentamos inovar em algumas coisas, para soar diferente. Pode-se dizer que é uma continuação do Thrasher. As gravações estão caminhando melhor impossível. Na verdade, até esperava menos. Estamos registrando no formato analógico, pois o som fica mais natural. Além de ficar diferente de todos esses conjuntos que gravam hoje e parecem iguais."

A evolução sonora e a inclusão de elementos próprios são os objetivos do novo CD, que ainda não tem gravadora definida para o lançamento. A banda pretende criar uma sonoridade própria que remeta apenas ao Claustrofobia. Baseado nisso foi escolhido o nome Fulminant, que não foi retirado de nenhuma faixa.

"O nome foi escolhido, pois reflete o som do conjunto", alega o músico. "Queremos fazer um estilo mais 'fulminante' mesmo. Não cópias marcadas. Já estamos há um bom tempo juntos e conseguimos criar elementos próprios. Mas ainda estamos caminhando. Está sendo uma evolução a cada álbum. Estamos no caminho certo e criando um estilo. A gravação está toda sendo independente e quando estivermos com o ele pronto iremos procurar uma gravadora para lançá-lo. Quem tiver uma proposta pode nos contatar, pois estamos abertos a conversas."

No ano passado, os dois primeiros discos do conjunto foram relançados pela gravadora MV8 Music. Segundo o líder da banda, o interesse partiu diretamente do selo, que foi atrás das devidas autorizações. "Temos muito orgulho de ter gravado o primeiro CD. Ele nos abriu muitas portas, mas ainda éramos moleques. Tínhamos entre 15 e 18 anos quando o registramos. No Thrasher já apresentamos uma evolução. O som estava mais nervoso e mais a nossa cara. O primeiro álbum foi gravado muito na inocência. Tentamos incluir alguns bônus nestes relançamentos, mas realmente não deu tempo de colocamos nessa prensagem. Possivelmente nas próximas incluiremos alguns covers e versões ao vivo que gravamos."

Durante os dez anos de carreira, a experiência e a evolução sonora são as duas características que mais se alteraram. O conjunto também teve a oportunidade de tocar ao lado de grandes nomes do heavy metal mundial, como Soulfly, Napalm Death, Destruction e (mais recentemente) Paul Di'Anno.

"Ter uma banda de metal no Brasil é muito difícil, tem de gostar muito do que faz. Os únicos grupos brasileiros que conseguiram sucesso foram Sepultura e Krisiun, pois apresentam uma pegada nacional e é isso que queremos mostrar também. Mas tem de acreditar. Só agora as coisas estão começando a acontecer para nós."

Falando do grupo de Igor Cavalera, o Claustrofobia também se apresentou na primeira edição do Sepulfest - evento organizado pelo Sepultura nos moldes do Ozz'Fest, do Mr. Madman -, que (além da banda principal) também contou com Nação Zumbi, Ratos de Porão e Massacration. "Foi o melhor show de nossas vidas. Nunca tocamos com uma estrutura tão grande e tão boa, sem falar na organização do evento. A boa vontade da equipe, a qualidade do som, o respeito e apoio do público foram ótimos. A única coisa negativa foi termos apenas meia-hora para o show. Se tivessem sido 40 minutos seria perfeito!"

O grupo ainda prepara o novo site oficial, que será www.claustrofobia.com.br. Enquanto não fica pronto, os fãs podem entrar em contato com o quarteto ou consultar informações através do endereço www.claustrofobia.cjb.net. Além disso, após o lançamento de Fulminant, o conjunto pretende realizar sua primeira turnê internacional. "Estamos voltados 100% para o novo disco. Não queremos parar de trabalhar. Uma meta nossa para 2005 é fazer uma turnê internacional, pois nunca realizamos. Mas o problema é o mesmo de sempre: a falta de dinheiro. Precisamos de apoio."

(Die Happy), banda cristã de Heavy Metal dos EUA.
Após a dissolução do original Vengeance Rising, quatro dos cinco membros passou a formar o Die Happy, juntamente com o cantor Robyn "Kyle" Basauri.

Banda cristã da Suécia de Progressive Power Metal formada principalmente por Jani Stefanovic (drums), and vocalist Christian Rivel (Narnia).
Excelente banda com destaque para o album Into a new dimension.
Planejam lançar só mais um album (Farewell) e infelizmente finalizarão esta excelente banda cristã.(divinefire)

Line up:

Jani Stefanovic - Drums, Guitars, & Keyboards
Christian Rivel - Lead & Backing Vocals
Andreas Olsson - Bass

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009


Banda norueguesa de Sorrow Metal, Doom Metal, Black Metal Cristão

Antestor, banda cristã de Black/Sorrow Metal da Noruega.
ANTESTOR - Palavra em Latim que significa TESTEMUNHO.
Com algumas variações em seus lançamentos, mas com um som imperdível para os que gostam do gênero.
Infelizmente a banda acabou quando conseguiram achar o som perfeito na minha opinião.

Curiosidade:
A cover art de "Det Tapte Liv" é também a contra-capa de "The Forsaken" e retrata a Igreja de Bergen, famosa após ter sido incendiada pelo Inner Circle na década de 90.

Banda Holandeza de Doom Metal Cristão.(morphia)

Banda de Metal/Metalcore Cristão da Pennsylvania, USA.

A banda Zao tem sido uma das principais bandas de Metalcore Cristão desde há muito, apesar das frequentes mudanças em sua formação.
As letras são menos explicitas do que as de algumas bandas cristãs, o que lhe assegura um trânsito maior até no meio secular.

Zao (cujo significado em grego é Vivo) é uma banda de metalcore com forte influências do black metal surgida em 1993, formado por um grupo de jovens de uma Igreja Evangélica com músicas agressivas. Por isso a banda Zao é considerada um dos iniciadores do metal cristão.

Cristo tem sido a chave do trabalho da banda, apesar de não conseguir recinhecimeto de alguns Cristãos. Alguns lideres religiosos e praticantes condenão ZAO como uma banda "demoniaca" por ter uma música tão pesada.

Aos anos a banda vem sofrendo trocas contantes ods integrantes e passou muitos apertos para alcançar a formação atual, que hoje não tem nenhum dos membros originais.

No momento, somente dois dos quatro membros da banda se declaram cristãos, mas a banda afirma "que tem a mente aberta". Em seus muito trabalhos, como The Funeral of God, mostra abertamenete o conforto da banda com os líderes Cristãos.

Índice [esconder]
1 Biografia
2 Membros
2.1 Atuais
2.2 Membros Anteriores
3 Discografia
4 Ligações Externas



[editar] Biografia
Em sua primeira etapa gravam uma série de demos. Depois a banda se separa em 1997. O baterista Jesse Simith enfrenta a tarefa de juntar uma nova banda; recruta Daniel Weyandt como vocalista do novo estilo.

Jesse Smith deixa a banda para concentrar-se com o grupo Gods já acabada. No inicio de 2006, Russ Cogdell sofre um acidente e opera o joelho assim que deixa a banda.

Assim hoje Weyandt, junto com o guitarrista Scott Mellinger, o baixista Marty Lunn e o baterista Jeff Gretz formam banda.

Atualmente tem contrato com a gravadora Ferret Records com a ela foi criada o álbum The Fear Is What Keep Us Here.


[editar] Membros

[editar] Atuais
Daniel Weyandt (1997–) – vocal
Scott Mellinger (1999–) – guitarra, vocal de apoio
Martin Lunn (2005–) – baixo
Russ Cogdell (2007-) – guitarra

[editar] Membros Anteriores
Roy Goudy (1993–1997) – guitarra
Jesse Smith (1993–2004) – baterista
Mic Cox (1994–1997) – baixo
Eric Reeder (1994–1995) – vocal
Shawn Jonas (1995–1997) – vocal
Brett Detar (1997–1999) – guitarra
Ron Gray (1997–1998) – guitarra
Kevin Moran (1997) – baixo
Russ Cogdell (1997–2006) – guitarra
Rob Horner (1999–2004) – baixo
Corey Darst (2000–2001) – vocal
Matt Auxier (2001–2002) – guitarra
Joshua Ashworth (2003–2004) – vocal
Shawn Koschik (2004–2005) – baixo
Stephen Peck (2004–2005) – baterista
Jeff Gretz (2005–2006) - baterista

[editar] Discografia
Ano Título Formato Garadora Notas
1994 Author demo demo de 8 músicas auto editada
1994 Conflict demo demo de 4 músicas auto editada
1995 Sustained demo demo de 4 músicas auto editada
1995 The Ties That Bind EP Steadfast split com Outcast
1995 Treadwater EP Steadfast split com Through and Through
1995 All Else Failed LP Steadfast
1997-05-20 The Splinter Shards the Birth of Separation LP Tooth & Nail
1998-05-26 Where Blood and Fire Bring Rest LP Tooth & Nail primeiro cd com Weyandt como vocalista
1998-08-18 Training for Utopia & Zao EP Tooth & Nail split com Training for Utopia
1999-09-28 Liberate Te Ex Inferis LP Solid State
2001-02-27 (Self Titled) LP Solid State
2002-07-16 Parade of Chaos LP Solid State
2003-02-25 All Else Failed LP Solid State
2004-01-13 Legendary LP Solid State
2004-07-13 The Funeral of God LP Ferret
2005-11-15 The Lesser Lights of Heaven DVD Ferret DVD sobre a história da banda
2006-06-13 The Fear Is What Keep Us Here LP Ferret


[editar] Ligações Externas
Site oficial (em Inglês)
Myspace (em Inglês)
Purevolume (em Inglês)

As I Lay Dying (banda) Foi formada em 2001 em San Diego, Califórnia. Logo após sua formação, a banda assinou com a gravadora Pluto e liberou seu primeiro álbum, "Beneath the Encasing of Ashes" em junho de 2001.

Em 2002, a banda gravou as músicas adicionais para o cd Split "As I Lay Dying/American Tragedy", lançado também pela Pluto. Depois de terem aumentado a popularidade, a banda assinou contrato com a Metal Blade Records em 2003.

Em julho 2003, lançaram o segundo álbum full-length da banda, "Frail Words Collapse", sua turnê foi com bandas como: Himsa, Shadows Fall, The Black Dahlia Murder, By Nightfall, entre outras. Em junho 2005, a banda lançou seu terceiro álbum "Shadows are Security", com ele conseguiram a participação no segundo palco do Ozzfest 2005.

Em maio 2006 ambos os cds: "Beneath the Encasing of Ashes" (gravado dois meses depois que a banda entrou na Pluto) e o split "As I Lay Dying/American Tragedy", foram regravados e re-lançados em um CD. O álbum contém as músicas originais e as re-gravações do split e do EP.

Atualmente a banda As I Lay Dying, tem o reconhecimento no estilo (metalcore), e é considerada uma das melhores bandas do gênero, e vem fazendo tour com grandes bandas, como: Bullet for My Valentine, Hatebreed, Lamb of God entre outras.

A banda é formada por cristãos, as letras demonstram de maneira culta, as batalhas, os problemas e suas perspectivas como cristãos, isto é, são escritas com temática da vida espiritual cristã.

Banda de Metalcore Cristão de San Diego, CA (USA)
Ow galera, se algum link pedir senha para descompactar arquivo, usem estes aqui:
www.cmlink.biz ou ww.cmfreak.net(as i lay dying)

Banda australiana de Death/Thrash/Grind Cristão.
Banda do ex-guitarrista do Mortification, Mick Carlisle.
O cara tem estilo próprio e não tem semelhanças com o Mortification.(cybergrind)

Banda de Thrash Metal Cristão de Wichita Falls, Texas, USA.
Opa, pra galera que curte bater cabeça, o som dos caras aí é maior pancada mesmo!!!
(consecrator)

Banda de Death/Thrash Metal Cristão da Alemanha.(anticipation)

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009


metanoia 2009(eu vou)uhuuu

metanoia fest 2008, rsrs esse evento cristão é o melhor pra mim é e o metanoia
21 é 22 de março eu vou.. sempre tem esse evento em semana santa assim muito bom
tem alguns amigos meus ai na foto!heheh

Banda de Death/Thrash/Black Metal/Gothic Metal Cristão de Ocala, Florida, USA, com vocal masculino e feminino.(royal anguish0

O rodolfo deu um chute no pau da barraca e declarou Jesus com seu Salvador e Senhor, saindo dos Raimundos e criando o Rodox.

"Um cd polêmico. É a primeira impressão que vem à cabeça quando se ouve o primeiro solo do vocalista Rodolfo Abrantes. Passada a poeira da sua saída do Raimundos, a polêmica de sua conversão ao evangelismo e o quanto isto teria influenciado sua saída, eis que o rapaz apronta seu cd solo, sob o nome de banda RODOX, seu codinome nos últimos cds dos Raimundos. Esquecendo disto tudo, Rodolfo parece querer dar uma continuidade ao trabalho que fazia, mas com diferenças".

“Estava nesse estado, sozinho, morando em São Paulo, com uma vida louca, trezentas namoradas por aí espalhadas, drogas a valer, balada todos os dias, fã de montão, disco de platina, dinheiro na conta, agenda lotada de shows, e completamente infeliz.
Eu aceitei Jesus naquele dia, sabe porquê? Porque Deus dominou o lugar, Deus dominou o lugar completamente...''

octavia sperati adoro essa banda

O quinteto carioca Scatha composto pelas incríveis beldades Angélica (Vocal), Julia (Guitarra), Cíntia (Baixo), Paula (Guitarra) e
Cynthia (Bateria), vem mostrando que mulher tem sim tudo a ver com som porrada.

No início de 2007, a banda assina contrato com o selo KILL AGAIN RECORDS para o lançamento do seu “debut” álbum chamado DISEASED, e entra em estúdio para dar início às gravações. A produção do disco ficou sob a responsabilidade do experiente Thiago Nogueira, que já trabalhou com importantes bandas do cenário metálico brazuca.

Finalmente, o primeiro full-length é lançado em setembro de 2007, em um memorável show realizado em Salvador - BA, ao lado de amigos e fãs que acompanharam toda a trajetória da banda nestes 6 anos de existência.

Agora, pegue uma cerveja e bata cabeça ao som do insano, rápido e violento Thrash/Death metal feito por estes quatro maníacos headbangers, de total devoção ao espírito Old School!! PREPARE YOURSELF FOR THE BANGING STRIKE!!!!!!!!
“No Place for Trends, Posers we Kill” CHEERS!!!!!!!!!

Shaman é formada por Thiago Bianch no vocal, Ricardo Confessori na bateria, Léo Mancini na guitarra e Fernando Quesada no Baixo. O nome do grupo significa "aquele que enxerga no escuro''



início de Tudo

A última palavra na cena musical em 1983 era, pelo menos para os principais semanários e revistas inglesas, o "new romantic" ; representado por bandas como Duran duran e Bow Wow Wow e por personalidades como Boy George e Adam Ant, a proposta do "new romantic" era enterrar de vez o mau gosto visual do punk, que à época era apenas uma lembrança mantida viva pela onda pós-punk liderada informalmente pelo grupo Joy Division/New Order. Podemos dizer que a história do Metallica começa com o baterista Lars Ulrich. Lars desde pequeno era fã de heavy metal. Sua paixão por essa estilo de musica começou apartir de um natal em que Lars ganhou de um tio o LP Sabbath Bloody Sabbath do Black Sabbath, "Foi paixão a 1º vista" comenta ele. "Desde aquele dia percebi que meu futuro estava ligado ao heavy metal"

Tudo começou apartir de 1980 quando Lars Ulrich depois de passar alguns meses excursionando com a banda Diamond Head que Lars é fã confesso, decidiu ir para os U.S.A. Mentiu para seu pai ( que era tenista profissional) que iria para lá para se aperfeiçoar no esporte.

Em 1981, Lars já residindo nos U.S.A, resolve colocar um anúncio no jornal The Recycler procurando outros músicos para formarem uma banda. Por um acaso do destino, um outro rapaz de cabelos compridos, e roupa detonada conhecido na sua cidade como " o garoto mais furioso do mundo" também anunciava naquele jornal, seu nome: James Hetfield.

Ele então se encontrou com Lars (ambos com 18 anos ) e resolveram formar uma banda.

Lars e James passaram muito tempo pensando nomes para a sua nova banda, entre eles, Blitzer, Grinder e Red Vette. Mais uma coincidência na formação dessa nova banda. Lars tinha um amigo chamado Ron Quintana que planejava formar uma fanzine de metal e já tinha um nome: Metallica. Então Lars convenceu seu amigo a mudar o nome da fanzine e acabou se apropriando dela. Um mês após a 1º apresentação da banda (14/3/82 em Anahein, Califórnia) o grupo que já contava com o baixista Ron McGovney e o guitarrista Loyd Grant na Guitarra base, grava demo Power Metal. Loyd Grant resolve sair da banda para se dedicar aos estudos e a banda contrata um rapaz muito talentoso que todos conheciam: Dave Mustaine. Logo Após Mustaine Ter ingressado na banda, o Metallica consegue entrar na compilação metal massacre com Hit the Lights.

Em 1982 a banda grava sua 1º demo que contia Hit The lights, The Mecanix, Jump in the Fire e Motorbreath. Pouco tempo depois gravam outra demo chamada No Life ‘till Leather com as mesmas músicas da 1º mais Metal Militia, Seek and Destroy e Phanton Lord. Ainda em 1982 James e Lars viram Cliff Burton e ficaram impressionados com o modo que Cliff tocava e decidiram que queriam ele na banda. A vaga de baixista estava em aberto pois Ron MvGvney havia brigado com James e tinha sido demitido. Então convidaram Cliff que na hora rejeitou, mas depois disse que concordaria em entrar na banda se todos se mudassem para San Francisco. Assim como os companheiros, Cliff tinha rock pesado correndo nas veias. Mas ao contrário deles, ele era um dedicado estudante de música, versado até em violão clássico. Em 1983 todos já moravam em SF, gravaram mais 2 musicas: No remorse e Whiplash. Tudo ia bem até que apareceu um problema, Mustaine estava bebendo e se drogando demais. "Quando ele bebia se tornava o cara mais chato do mundo, e quando estava sóbrio conseguia continuar terrivelmente chato. James então decidiu demitir Mustaine. Aproveitou um dia de bebedeira de Mustaine e James e Lars colocaram – o num ônibus. Quando Mustaine acordou estava do outro lado dos U.S.A. Tinha sido demitido por causa das drogas ( fontes seguras afirmam que a gota da água foi quando Mustaine chutou o cachorro de Hetfield ). Dave Mustaine formou o Megadeth, sempre jurando que formaria uma banda muito melhor que o Metallica. Com a vaga para guitarrista em aberto a banda foi a procura de um substituto. Contrataram então Kirk Hammet, um rapaz que trabalhava era lavador de pratos Burguer King, que tinha feito aula com Joe Satriani ( melhor guitarrista na atualidade) e que possuía uma banda chamada Exodus. Inicialmente kirk não teve certeza da seriedade do convite, por que tudo isso aconteceu no dia 1º de abril e ele pensou que fosse sacanagem de Lars.



Kill ‘em All

O heavy metal, mesmo sendo uma musica consumida pro massas de fãs cada vez maiores em todoo mundo, continuava sendo visto pela imprensa especializada como uma excrescencia do rock, uma coisa "menor", mas justamente naquele ano (1983) uma banda estreante chamada Metallica lança seu álbum com o nome de Metal Up your ass ( Metal até na sua bunda ) , mas é obrigado a mudar por causa de pressões de empresários que recusariam a lançar um álbum com este nome. Mudam então para o sugestivo Kill ‘em all ( Matem – os todos), que é considerado um divisor de águas no mundo do rock, foi o primeiro álbum de trash metal a Ter repercussão na mídia.

"As vendas estão em torno de 65 mil cópias" Esta é uma das primeiras entrevistas que James Hetfield deu em sua vida. Nunca imaginou que entrevistas seriam uma fato corriqueiro em sua vida. Tocava heavy metal simplesmente por diversão, sem se importar com vendagens monstruosos de discos. Esta declaração foi feita em 84 e ele se referia ao seu primeiro álbum de rock de sua nova banda. Kill ‘em all . Fizemos uma turnê com o Raven , banda de NWOBHM ( New Wave Of British Heavy Metal), da onde saíram os grandes expoentes do Heavy metal da Inglaterra, como Iron Maiden e Deff Lepard), os shows foram demais, mas quando chegamos no meio do país, onde ninguém tinha ouvido falar do Metallica as coisas não foram bem. Estávamos agendados para tocar nesses lugares imensos e só apareciam 200 pessoas.

Terminada a excursão com os headbangers do Raven, o Metallica começa a sair do anonimato. O trash metal da bay Area ( se localiza em San Francisco, lugar onde é formado o Metallica, e mais tarde o Faith No More e o Testament) está em fervor e o quarteto californiano se firma como seu representante mais promissor ( assim como Van Halen para o Hard Rock e o Nirvana para o grunge). De cabelos compridos, calças jeans detonada, camiseta do Damage inc. ( que logo daria nome a um dos sucessos do grupo) James grita "Whiplash" e introduz rapidíssimas palhetadas de guitarra. A atuação de seus companheiros não fica atrás. Os bumbos violentos de Lars Ulrich, os solos velozes de Kirk Hammet e o Baixo distorcido de Cliff Burton fazem também a cabeça de Jovens ao redor do mundo, levando o padrão musical da NWOBHM a um patamar mais rápido e agressivo. "Essa época tinha ótimas bandas como Iron Maiden, Van Halen, Deff Lepard. Mas todos com muitas semelhanças. Então apareceu o Metallica tocando uma musica extremamente rápida e agressiva, que abordava assuntos como a violência, a agressão e o ódio que existe dentro das pessoas, inaugurando o som Trash metal. Daí todo mundo se assustou e começou a perguntar: Que merda é essa?

Ride the Lightning

Um ano depois da revelação com Kill ‘em All, saiu o aguardado 2º album do Metallica.

Depois de uma turne pelos U.S.A, o Metallica viaja para Dinamarca, onde ficam hospedados pela banda Diamond Head, ídolos de Lars Ulrich, para a gravação de seu novo álbum. Gravado o álbum escolhem um nome: Ride the Lighting. Neste álbum contem toda a raiva e a formação punk de James, mas já abre espaço para sutilezas como For Whom The Bell Tolls e Fade to black, 2 hinos do Metallica, A faixa Ride the Lighting descreve sobre a injustiça e o terror de se morrer em uma cadeira elétrica. Também viraram hits desse álbum Creeeping Death e Fight Fire with Fire.

Ride the Lightning vende mais de 100.000 cópias em pouco mais de uma semana ( fato inédito para uma banda de heavy metal ainda independente) e mesmo com todo desinteresse das rádios comerciais no EUA, o álbum virou disco de Ouro e ficou 50 semanas colocado nas parada dos discos mais vendidos da Billboard . Logo após, eles assinaram um novo grande contrato com a Elektra. Outras companhias de discos olham o sucesso da banda e tentam ter suas versões do Metallica. O Metallica faz uma turne pela Europa. Eles tocam pela 1º vez em um Monster of rock, em Castle Donington. Ironicamente, o Metallica toca aparece entre o ratt e o Bom Jovi, duas bandas de estilo totalmente oposto ao Metallica, o que leva James a advertir o público; "Se vocês vieram aqui para ver caras com roupinhas justas, maquiagem e cantando todo tempo "OHH baby", estam ouvindo a banda errada!" Participam também do Day on Green Festival em Oakland.

Master Of Puppets



Em 86 o Metallica mostrava um surpreendente amadurecimento com seu 3º álbum, o Metallica renova seu contrato com a gravadora elektra e começa a gravação de Master of Puppets. Durante a gravação do álbum, Cliff comenta: "Estamos fazendo um ótimo álbum de metal, tem uma musica que ainda não tem nome ( que seria Master of Puppets) é com certeza a melhor musica do Metallica até agora. Dito e feito. Com uma ótima produção dando destaque a pegada brutal de Lars e Cliff o Metallica grava o álbum que é considerado a obra prima do trash metal. Já na 1º musica, Battery pode se ver o que eu estaria por vir. O álbum ainda traz Hits como a épica Master of Puppets ( que fala sobre a dependência de cocaína, Welcome Home(sanatarium) e a super trash Damage inc. Tudo estava indo muito bem na carreira, o novo álbum estava vendendo muito. O Metallica como uma turnê com Ozzy Ousborne. Durante a turnê James quebra o braço andando de skate. Um ano depois James quebra de novo. Até que aconteceu um fato inesperável. Durante a volta dum show na Suécia ( turnê com a banda Anthrax) , a banda se divertia em seu ônibus, jogando baralho até que de repente o motorista perde a direção e capota o ônibus, num acidente muito grave, que acaba vitimando Cliff que naquela hora estava dormindo. O resto da banda fica desesperada pois, além de perder seu melhor musica ainda perdem um grande amigo. James toma um porre no hotel e acaba desmaiando, o resto da banda quebra todas as janelas do hotel descarregando toda sua raiva e frustração na 1º coisa que aparecesse na frente. Mas a banda não podia parar, então fizeram um teste entre 5 baixista, Jason um ex- pizzaiolo e ex – caminhoneiro chegou sabendo tocar todas as musicas do Metallica, então numa ida de Jason ao banheiro a banda conversou e decidiu que ele seria o novo baixista. Para festejar a entrada na banda levaram Jason para encarar montanhas de cerveja, batatas e carnes no Tommy’s Joint, QG da banda. Banda já com Jason toca em mais alguns festivais pela Europa, como o Dutch e novamente o Monster of Rock. Master of Puppets vendeu mais de 1 milhão de cópias só no EUA.



Garage days

O Metallica volta a se fixar em San Francisco para marcar o período de transição, sem Cliff Burton e com Jason Newsted, gravou um mini LP, com seus covers favoritos só com bandas de metal q influenciaram a banda.

Em 1987 a banda lança o LP de cover intitulado the $ 5,98 EP Garage Days Revisited, e em CD chamou-se the $ 9,98 Cd Garage days Re-revisited (sairam com edição limitada e hoje é item de colecionador) para apresentar Jason aos fãs, que contava com as musicas Helpless, The Small Hours, The wait, Crash Course in Brian Surgery e LastCaress/Green Hell. Também em 87 o Metallica lança seu 1º home video chamado Cliff ‘em All que teve de ser montado com partes dos shows e seqüencias filmadas da banda "on tour" doadas pelos fãs.



And Justice for All...

A banda logo Volta ao estúdio para gravar And Justice for All...

Um Excesso de produção deixa o disco pausterizado, isto é, não é possível ouvir uma nota sequer do baixo de Jason. Nesta época aparecem as primeiras críticas de que o Metallica estaria se vendendo ao grande público. Para incentivar ainda mais as más linguas o Metallica grava um vídeo ( da musica One) que vira sucesso e é um dos mais tocadas do ano pela MTV .O album possui ótimas músicas Como Blackened, And Justice for all, Harvester of Sorrow e a classica One, inspirada no filme Jonny Vai a Guerra. A musica conta a saga de um soldado que volta do campo de batalha preso na cama, sem poder ver, nem ouvir, mas ainda vivo. Pela 1º o Metallica é indicado ao Grammy na categoria Hard Rock/ Heavy Metal, mas perde para o Jetro Thrull ( todos ficam indignados, pois o Metallica era franco favorita e havia vencido em todas enquetes de opiniões públicas). Isso fez a banda adicionar um adesivo no CD que dizia "Perdedores do Grammy".Acontece a 1º grande turnê do Metallica. A banda Queenryche faz a abertura dos shows. Acontece também a 1º vinda do Metallica ao Brasil.





Black Album



Em 1990 a banda grava a musica Stone Cold Crazy (queen) e ganha seu 1º Grammy.

Metallica volta ao estudio afim de gravar um novo álbum. Chamam o produtor de rock comercial ( que pruduz Motley Crue entre outros) Bob Rock. Foram nove meses para a gravação de black Album, onde a banda ensaia exaustivamente as musicas. Em 1991 é lançado O black Álbum e logo atingi o topo das paradas, vendendo mais de 20 milhões de discos. Numa votação direta, feita com leitores da revisga Kerrang e ouvintes da Radio One, inglesa, que elegeram os "100 Maiores Álbuns de Rock de Todos os Tempos" o black album ficou em 2º lugar perdendo somente para Nevermind do Nirvana (outros quatro álbuns do Metallica ficaram entre os 100) O Metallica lançava-se em sua 1º megatour, chamada Wherever I May Roam, que teve início em petaluma, na Califórinia em 1º de agosto de 91 e depois imendou com outra excursão Nowhere Else to Roam, que teve início em janeio de 93. Ao todo, a banda passou 23 meses viajando e fez mais de 300 show. A turnê teve durante algum tempo a participação de Guns ‘n’ Roses ( mas por problemas de relacionamento com Axl Rose termina logo). A banda toca no show em tributo a Freddy Mercury no estádio de Wembley e James acaba se queimando nos fogos de artificio que ficavam no palco. Metallica toca de novo no Brasil em 1993. É lançado a caixa Live Shit - Binge and Purge, que contém um diária de tour, 3 cd’s, 3 videos e um Snake pit pass.

Em 1994 a banda é apresentada como atração principal da comemoração dos 25 anos do Woodstock ( que também contou com a participação de Green Day, Aerosmith, Red Hot Chili Peppers e + 100 bandas)

Load – Começa a época de centenas de críticas e Milhões de cd’s vendidos.

Em 1995 o Metallica resolve gravar outro cd, depois de 4 anos em turne. Resolvem chamar novamente o produtor de rock comercial Bob Rock ( produtor de Motley Crue, Van Halen) que já tinha produzido o black album. Esse álbum gera muita expectativa, pois ninguém sabia qual seria o futuro do metallica depois de todo esse sucesso. Bob Rock e o grupo decidem procurar coisas novas e colocam toda sua criatividade em prática, o que acabou resultando em muito experimentalismo mas pouco peso. No inicio de 1996 decide antecipar o lançamento de Load ( era para ser um álbum duplo, a 2º parte saiu um ano depois com o nome de Reload) para poderem participar do famoso festival Lollapalooza ( festival itinerante idealizado pela doidão Perry farel, fundador do Jane’s addiction e do Porno for Pyros). Nessa época o rock alternativo está em fervor ( mesmo não contando mais com o Nirvana) e bandas como Alice in Chains e Pearl Jam estão no alto das paradas. Isto parece Ter influenciado a banda. De cabelos curtos e cuidadosamente maquiado Lars curte a batida moderada de Until it Sleeps em vez da sua anterior pegada violenta prefere rotular sua banda apenas como rock. A atitude do resto da banda não fica atras. Com o lançamento de Load, a voz polida de James, os solinhos comportados de Kirk e o baixo limpo de Jason decepcionam fãs ao redor do mundo, levando o furioso Heavy Metal da banda a patamares mais calmos e acessíveis.





As críticas

Comparando estes dois períodos longínquos, nunca uma banda foi tão criticada como o Metallica. O motivo? Simplesmente Load. Surpresas com o requintado visual e as inesperadas aventuras musicais, os fãs deixaram justamente as novidades ditarem suas opiniões. Diversos deles por exemplo, ignoraram o heavy metal de King Nothing, Ain’t my Bitch e Wasting my Hate para criticar a levada pop de Hero of the Day ( ainda por cima a melhor canção do álbum). O cd também conta com Mama Said uma balada em estilo contry, que deixaria qualquer outra banda com inveja. Outros ignoraram a intensidade da banda ao vivo para criticar o corte de cabelos do grupo.

"Como alguém pode trocar sua atenção por musical por um corte de cabelo ou casaco?" questiona James. Lars também concorda que independente da imagem, a musica é que deve estar em 1º plano.

Reload


Como já foi dito antes, em maio de 1995 a banda entrou no estudio The Plant para gravar Load com a idéia inicial de Ter 27 musicas neste album duplo, mas por causa do lollapalooza a banda resolveu dividir o cd em 2. Reload sai em 1997. Reload sai com mais peso. A primeira prova anti – extravagancia é o livreto que traz fotos da banda ao vivo, ao invés das fotos a lá u2 do livreto de Load. A 2º é a intensidade vocal e instrumental. A musica Fuel traz james berrando logo no início "me dê combustivel, me de fogo, me esse meu desejo". A porradaria das guitarras, baixo e bateria que entram logo em seguida demonstra o verdadeiro Metallica: furioso e sem frescuras.

Ainda que Reload não supere o peso dos álbuns anteriores, mas passa por cima de Load como um trator. Reload conta com uma variedade fortíssima de rock. Entre outras coisas, riffs no estilo AC/DC em Slither e Bad Seed, mistura belíssimas melodias vocais com guitarras pesadas em Carpe Diem Baby e explora uma pancadaria heavy metal em Fuel e attitude. Ainda tem Memory Remains ( com a redicula participação de Mariane Faitfull que estragou uma ótima musica com seus Ná ra ra...) e Unforgiven 2 em que James mostra como evoluiu como compositor.

Garage Inc.

Em 1998 a banda lança Garage inc. Um cd que reune Garage Days Revisited ( 1984), Garage Days Re – Revisited (1987), 4 covers do MotorHead, b – sides, e + 11 covers novas como de musicas de Black Sabbath, Mercyful Fate e Misfits. As musicas mais conhecidas são Turn the Page e a Whiskey in the Jar ( uma das musicas + tocadas neste ano).
Shows do Metallica no Brasil
O primeiro show, que aconteceu em Porto Alegre no dia 6 de maio de 1999 com os ingressos custando R$25,00, quase foi cancelado devido ao atraso na chegada dos equipamentos que vinham da Venezuela. Para a alegria do 25mil fãs presentes após a abertura do Sepultura(que moeu a pau), a banda fez um show arrasador , tocando o set list que vinha tocando nesta turne de 99.
No dia 8, o Metallica se apresentou pela terceira vez na cidade de são Paulo, levando cerca de 40mil pessoas até o estacionamento do Anhembi. Assim como em Porto Alegre a banda contou com o Sepultura para abrir os shows. Desde o início parecia que algo nãi ia bem. primeiro pelo local, que todos sbaem que se trata do pior local da capital paulista para abrigar um evento desse tipo. Segundo porque elegeram como pontos de venda de ingressos as filias da M. Officer, que não tem nada a ver com o estilo heavy metal. Para completar, fixaram o preço das entradas em R$70,00, um absurdo sem precedentes. Alguem do público arremesou um tenis e acertou a guitarra do James durante a execução de Nothing Else Matters. Aliás, havil sapatos voanso prá todos os lados naquele dia durante o show. Então Hetfield parou a música e passou um sermão no público dizendo que eles estavam ali para se divertir junto vom o público, tirando isso o show foi também histórico.
No dia 9, a banda fez a asua última apresentação neste ano no brasil, no estádio do Flamengo no Rio de Janeiro. Em relação as duas outras apresentações, esta doi a que teve menor público cerca de 10 mil. Mas nem por isso deixou de ser especial. Segundo fontes ñ oficias o Metallica exigiu se apresentar no Rio, já que fazia quase 10 anos que a abanda não pisava em terras cariocas. Depois do show, James disse que tinha sido a melhor apresentação da banda nesta turne. O ponto negativo da passagem da banda pelo Brasil foi constatar, mais uma vez, o descaso dos meios de comunicação com as apresentações do final de semana, As poucas TVs que falaram sobre os show se limitaram a mostrar somento pequenos trechos da história da banda. Os shows no Brasil mostraram por que são a melhor banda de Heavy Metal do mundo, e tem tudo para continuarem a fazer sucesso tocando musica pesada

A banda foi formada no início de 1985 por Willian Wiz, Destroyer e Mark. Contando com o vocal agressivo e marcante de Sgôto, o Chakal se apresentou no Metal BH II, festival que reuniu as bandas Sarcófago, Sagrado Inferno, Armageddon, Sepultura e Minotauro (SP). Sua apresentação neste festival foi seu primeiro show ao vivo, com muita agressividade.

cavalera conspiracy

Banda finlandesa de Progressive/Black/Death metal Cristão.

(Tourniquet) é uma banda de metal cristão, surgiu em 1990 em Los Angeles, EUA.
Foi fundada por Ted KirKpatrick, Guy Ritter (primeiro vocalista), Gary Lenaire e Marky Lewis nas guitarras e Erik Jan James no baixo, lançaram seu primeiro álbum, Stop the Bleeding. Este álbum foi de um sucesso, recebeu duas indicações para o Dove Awards, pelo vídeo de "Ark of Suffering. Ted Kirpatrick recebeu por dez anos consecutivos o prêmio de melhor compositor do ano, pela Heavens Metal Magazine.Hoje a banda tem como vocalista, o cantor Luke Easter, guitarrista Aaron Guerra, baixista Steve Andino e o fundador da banda e principal compositor Ted Kirpatrick
A banda faz uma mistura de thrash metal, speed metal, metal progressivo, heavy metal, hard rock, hard core, influênciados por compositores clássicos, como por exemplo, Beethoven e Bach, espiritualidade com perspectiva bíblica, recheadas por inspirações de jargões médicos, de Edgar Allan Poe e narrativas do velho testamento".

O INICIO
No final dos anos 1980, o baixista Steve Rowe tocava na banda de metal Lightforce, com sucesso em seu país. Por volta de 1990 a banda terminou, porém Steve permanecia com vontade de tocar heavy metal com uma mensagem cristã, e foi acompanhado pelo baterista Jayson Sherlock e pelo guitarrista Cameron Hall. Lançaram o trabalho demo em 1990 Break The Curse sob o nome da Lightforce, na qual Steve era vocalista. Com esse lançamento, a banda mudou musicalmente para o thrash metal, com uma influência do death metal também. Steve percebeu que a nova direção musical da banda exigia um novo nome, e então o grupo passou a se chamar Mortification. Break The Curse foi remixado e relançado em 1994 pela Nuclear Blast Records, com uma faixa bônus chamada "Butchered Mutilation". (mortification)

Banda sueca de Black Metal Cristão.(crimson moonlight)